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CUMPRIMENTO DAS ESPECIFICAÇÕES DURANTE O PROCESSO DE IMPRESSÃO

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CUMPRIMENTO DAS ESPECIFICAÇÕES DURANTE O PROCESSO DE IMPRESSÃO

CUMPRIMENTO DAS ESPECIFICAÇÕES DURANTE O PROCESSO DE IMPRESSÃO

Quando mencionamos o processo produtivo da impressora, estamos nos referindo a todas as etapas de formatação e impressão, que vão desde a alimentação da chapa propriamente dito, a impressão, a vincagem e os entalhes da embalagem, até o esquadrejamento/alinhamento da caixa durante a colagem. Todos esses processos podem sofrer alterações/variações, e se não verificados, podem acarretar em prejuízos à qualidade da embalagem.

Há alguns anos, todo o processo de ajuste da impressora como medidas, pressão dos puxadores, clichês, alimentação e etc eram feitos manualmente. Hoje em dia, grande parte dos maquinários já são automatizados, fazendo com que o processo seja mais rápido e eficiente. Ao Alimentar a impressora, as chapas de papelão ondulado são transportadas para dentro da máquina com o auxílio de puxadores, sendo muito importante verificar se a distância entre os rolos esta adequada para a espessura da chapa de papelão, pois, caso estejam muito próximos, esmagarão as ondas da chapa de papelão, prejudicando a sua resistência a compressão.

O processo de impressão, por si só, também pode causar esmagamentos. A pressão e a dureza do clichê utilizado para a impressão podem prejudicar o desempenho da embalagem criando pontos com maior esmagamento das ondas. Esse esmagamento, por menor que seja, pode causar sérios danos a resistência da embalagem.

Outro papel importante que o processo de produção da impressora representa são os entalhes. É na impressora que se ajustam a altura da embalagem e os entalhes que formarão as abas. Assim, entalhes que ultrapassam os vincos horizontais podem fazer com que a resistência a compressão seja prejudicada também.

Fato comum para quem trabalha na área são os “rasgos” nos vincos internos das embalagens. Embora inevitáveis, é preciso uma análise cuidadosa para constatar se o “estouro” não atingiu a onda, situação que prejudicará a resistência da embalagem.

Em algumas impressoras, a dobragem e a colagem da caixa são processos executados simultaneamente e na sequencia da impressão. A junta de fabricação deve ser colada com perfeição, pois ela se transformará em uma aresta da caixa. Por exemplo, numa caixa normal, cada aresta vertical da embalagem representa 16% da resistência a compressão, ou seja, numa caixa normal, que contém 4 arestas verticais, juntas, representam 64% da resistência a compressão.

Há ainda um último processo para manter a qualidade da caixa de papelão, o esquadrejamento. É nesse processo que evitamos um desalinhamento na colagem da junta de fabricação, formando “bicos” e fazendo com que dificulte o processo de selagem e diminuindo sua resistência a compressão.

O manual de controle da ABPO traz especificados os possíveis defeitos de fabricação de uma caixa de papelão ondulado, e qual a tolerância máxima permitida para evitar perda em sua resistência.

Para garantir que suas embalagens tenham a performance necessária para proteger seu produto, com o melhor custo benefício, entre em contato com nossa equipe técnica. Estamos a sua disposição.

Artigo elaborado pela Milênio Industria de Embalagens, tendo como fonte principal e reprodução da imagem a publicação: Pereira, Juarez – Papelão ondulado em artigos. Revisão 2014 – ABPO, p. 57 a 58.

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