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CAIXAS COM RUPTURA NOS VINCOS

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CAIXAS COM RUPTURA NOS VINCOS 
(I) – RUPTURA INTERNA NOS VINCOS VERTICAIS


No Manual de Controle de Qualidade da ABPO, o defeito de ruptu- ra nos vincos tem a seguinte definição: “As capas internas e/ou externas da embalagem apresentam ruptura parcial ou total,

EM UM OU MAIS VINCOS”. DEPENDENDO DO CASO, O DEFEITO É CONSIDERADO TOLERÁVEL, GRAVE OU CRÍTICO”.


Vamos comentar aqui, como primeira abordagem, sobre o defeito classificado de tolerável, definido no Manual como a ruptura interna, parcial ou total em um ou mais vincos na direção da onda sem rompi- mento do papel miolo.

Os usuários têm colocado algumas dúvidas quanto ao desempenho da embalagem quando ocorre o problema de ruptura nos vincos.

A especificação da embalagem de caixas de papelão Ondulado tem sido defini- da normalmente pela resistência à compressão. Vários fatores durante o ciclo de distribuição da embalagem são levados em conta para se de- terminar a qualidade (estrutura, tipo de onda e resistência de coluna) do caixas de papelão Ondulado e da resistência à compressão da embalagem.

Procedemos a um estudo com ensaios de compressão em embala- gens com e sem ruptura nos vincos na classificação tolerável. De dez caixas fabricadas em uma plotter, seis apresentaram ruptura nos vin- cos. As caixas tinham dimensões de 500 x 300 x 300, com caixas de papelão Ondulado de 6,6 kgf/cm de resistência de coluna e estrutura de pa- rede simples, onda C. Os ensaios foram realizados segundo a Norma ABNT NBR 6739 – Embalagem de caixas de papelão Ondulado – Embalagem de transporte vazia ou com seu conteúdo – Ensaio de compressão usando aparelho de compressão. Os resultados em caixas vazias (o que é mais comum) são apresentados ao lado.

Preferimos fazer a experiência com caixas fabricadas em labora- tório para evitar outras influências que podem ocorrer em caixas de produção normal. Assim, a possível diferença entre os dez corpos de prova seria apenas referente ao problema ocorrido nos vincos. No caso das caixas com rupturas nos vincos, registramos que todos os quatro vincos verticais apresentavam ruptura na extensão total do comprimento dos vincos.

Os fabricantes podem reproduzir os ensaios em caixas de produção e tirar suas próprias conclusões, fazendo um número maior de ensaios, quando verificar a ocorrência de ruptura nos vincos durante o processo. Esse defeito, classificado como tolerável, parece, entretanto, já não causar muita discussão entre usuários e fabricantes, a menos que não

SE FAÇA CORRETAMENTE A DOBRA NOS VINCOS.


Por esses resultados que encontramos nos ensaios, não teve in- fluência a ruptura nos vincos internos, na condição tolerável, isto é, caixas com e sem ruptura nos vincos apresentaram iguais valores médios de resistência.

Sempre que se discutem problemas em caixas de caixas de papelão Ondulado, os estudos são feitos tomando-se como modelo a chamada “caixa nor- mal” (código 0201 na classificação da ABNT) – isso porque é a caixa mais usada, de produção mais fácil e de utilização já bastante automa- tizada pelos usuários de embalagens de caixas de papelão Ondulado. Caixas em estilos mais complexos merecem considerações especiais.

 

 

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